Tive a felicidade de ter minha neta aqui em casa nestas férias de julho. Aproveitei para colocá-la no trabalho. O resultado de seu trabalho está acima. Ela fez um gatinho para presentear sua irmã Soffia e um cachorrinho para seu maninho Miguel. Podem imaginar a minha felicidade ao vê-la pintando caixinhas... certamente puxou a avó.
Este blog foi feito com muito carinho para pessoas que gostam de artesanato e de presentear com bom gosto. Agradeço às amigas artesãs que me incentivam e à querida prima/irmã/amiga e professora que me ensinou a colorir a vida... Soninha, este Blog também é teu.
segunda-feira, 25 de julho de 2011
Trabalhos feitos por minha neta Ágata.
Tive a felicidade de ter minha neta aqui em casa nestas férias de julho. Aproveitei para colocá-la no trabalho. O resultado de seu trabalho está acima. Ela fez um gatinho para presentear sua irmã Soffia e um cachorrinho para seu maninho Miguel. Podem imaginar a minha felicidade ao vê-la pintando caixinhas... certamente puxou a avó.
terça-feira, 15 de março de 2011
Mais um poema
Algumas Ternuras
Arnalda RabeloAlgumas ternuras crescem dentro da gente
assim como crescem os lírios lá nos campos
Quando menos se espera já ocupou tanto, tanto.
Algumas ternuras possuem o dom
de despertar em nós doçuras adormecidas...
... Cheiram a brisa numa manhã primaveril
Tem o sabor da lua em noite estrelada e
são livres como asas de borboletas.
sexta-feira, 18 de fevereiro de 2011
Um belo poema para iniciar o final de semana
Duas almas
Alceu Wamosy
Ó tu que vens de longe, ó tu, que vens cansada,
Entra, e, sob este teto encontrarás carinho:
Eu nunca fui amado, e vivo tão sozinho,
Vives sozinha sempre, e nunca foste amada...
Entra, e, sob este teto encontrarás carinho:
Eu nunca fui amado, e vivo tão sozinho,
Vives sozinha sempre, e nunca foste amada...
A neve anda a branquear, lividamente, a estrada,
E a minha alcova tem a tepidez de um ninho,
Entra, ao menos até que as curvas do caminho
Se banhem no esplendor nascente da alvorada.
E a minha alcova tem a tepidez de um ninho,
Entra, ao menos até que as curvas do caminho
Se banhem no esplendor nascente da alvorada.
E amanhã, quando a luz do sol dourar, radiosa,
Essa estrada sem fim, deserta, imensa e nua,
Podes partir de novo, ó nômade formosa!
Essa estrada sem fim, deserta, imensa e nua,
Podes partir de novo, ó nômade formosa!
Já não serei tão só, nem irás tão sozinha.
Há de ficar comigo uma saudade tua...
Hás de levar contigo uma saudade minha...
Há de ficar comigo uma saudade tua...
Hás de levar contigo uma saudade minha...
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